
O que é Distressed M&A e por que o tema importa
O Distressed M&A ganhou destaque no mercado diante de um cenário de juros altos, maior seletividade e aumento de empresas em dificuldade. Embora o mercado de fusões e aquisições continue ativo, a dinâmica mudou: há menos operações, porém com maior complexidade e risco.
No episódio do PG On Air, Carolina Giacomelli conversa com Rodrigo Fialho Borges e Thomaz Luiz Sant’Ana para analisar esse cenário e explicar quando investir em empresas em crise pode fazer sentido. Como destacado no roteiro do episódio, o tema conecta diretamente M&A e recuperação judicial, criando novas possibilidades — e novos desafios .
Distressed M&A: nem toda crise é oportunidade
Um dos principais pontos discutidos é que o Distressed M&A não significa simplesmente “comprar barato”. Em muitos casos, a empresa ainda possui ativos valiosos, mas enfrenta problemas financeiros temporários.
Por outro lado, existem situações em que a crise é estrutural. Nesses casos, o risco pode superar qualquer potencial de retorno. Por isso, entender a origem da dificuldade é essencial antes de qualquer decisão de investimento.
Além disso, erros de análise são comuns. Investidores frequentemente subestimam passivos ocultos ou superestimam a capacidade de recuperação da empresa.
Valuation, riscos e estratégia
O Distressed M&A exige uma abordagem diferente de valuation. Isso ocorre porque fatores jurídicos, financeiros e operacionais impactam diretamente o valor do ativo.
Outro ponto relevante envolve o timing da operação. Dependendo do momento da crise — antes, durante ou após a recuperação judicial —, os riscos e oportunidades podem variar significativamente.
Além disso, instrumentos como o DIP financing e a atuação de investidores especializados mostram como esse mercado se tornou mais sofisticado. Ainda assim, a seletividade é alta, e apenas algumas teses conseguem gerar retornos relevantes.
Por que acompanhar esse episódio
O episódio do PG On Air demonstra que o Distressed M&A é um campo estratégico, mas também cheio de armadilhas. Portanto, separar oportunidade de risco exige análise técnica, experiência e cautela.
Além disso, o debate oferece insights valiosos para advogados, investidores e profissionais do mercado corporativo que lidam com reestruturações e aquisições complexas.
📌 Assista ao episódio completo para entender quando uma empresa em crise pode representar uma oportunidade real — e quando é melhor evitar o risco.
Apresentação: Carolina Giacomelli, Rodrigo Fialho Borges e Thomaz Luiz Sant’Ana (PGLaw)
Produção: Pocket Studio
Coordenação e Roteiro: Pedro Tonello (PGLaw)